
Ela acreditava que as horas que seu filho dedicava ao computador era um bom entretenimento para uma criança retraída.
Cauê sempre foi muito dependente emocionalmente de sua mãe, seus pais se separaram quando ele tinha 3 anos e desde então as visitas de seu pai foram ficando cada vez mais escassas. Cauê disse que só vê o pai quando o encontra na barraca da praia.
Desde 2008, Cristina vem percebendo que Cauê tem uma necessidade contínua e crescente em estar online. Passou a avaliar este uso excessivo do computador como a forma que seu filho tem de fugir dos problemas ou de aliviar sentimentos de baixa auto-estima. Percebeu que ele estava mentindo para encobrir a extensão do envolvimento com as atividades online. Cauê se negava a sair de casa e não procurava mais os poucos amigos que tinha, ia dormir tarde e não conseguia acordar cedo para ir à escola. Seu desempenho escolar estava muito abaixo da média, ele não fazia nenhuma atividade acadêmica em casa, nem na escola. Cristina foi chamada pela coordenadora que apresentou os baixos resultados do aluno.
A mãe achou que Cauê tinha passado dos limites e considerou que o uso do computador estava interferindo negativamente no desempenho social, afetivo e acadêmico de seu filho e resolveu tirar o computador do menino. Mas foi surpreendida com a reação agressiva de Cauê, segundo ela “parecia que ele estava drogado”.
Estudos revelam que a tecnologia pode ser usada de forma aditiva, tal como droga, álcool, jogo, provocando novas patologias como ficar dependente de internet.
Crianças e jovens com uma problemática já existente correm mais riscos de usar de forma exacerbada as tecnologias, não apenas o computador e internet, mas também o celular e os videojogos.
Assim o que começa com uma solução acaba por se converter numa conduta obsessiva incontrolável, que vai influenciar negativamente nas rotinas diárias e básicas do indivíduo.
O mundo virtual é interessante e cria uma realidade paralela que é uma abstração, quando estas crianças e jovens enfrentam a realidade podem sofrer, porque tudo é muito diferente do que se idealiza.
Desde 1996 o uso compulsivo da internet vem sendo estudado. Os critérios para este diagnóstico estão relacionados a um comprometimento no plano social, familiar, acadêmico e profissional por um uso preferencial e às vezes exclusivo da internet sobre as outras atividades e uma incapacidade para controlar o número de horas de uso da internet, com uma tendência a ter sensação de tristeza, ansiedade e mal-estar quando não está online.
Os dependentes do uso de internet buscam a gratificação imediata de suas necessidades básicas de relacionamento interpessoal, reconhecimento social e outras, que não são supridas no mundo real, conseqüência de um padrão de personalidade desestruturada.
Esse tipo de dependência também produz lesões físicas como inflamação na pele, problemas musculares e dores nas costas, por falta de exercício físico, luz solar e ar fresco, o que fragiliza o sistema imunológico.
Na Coréia do Sul, Japão e China já existem centros de reabilitação para os que sofrem de síndrome de abstinência cibernética, já que os sintomas de abstinência são típicos da privação de qualquer droga: depressão, ansiedade, medo, irritabilidade e até comportamento violento.
Hoje em dia crianças e jovens estão cada vez mais envolvidos com as novas tecnologias, e para que isso não se torne um problema o melhor é a prevenção.
Crianças e jovens com uma problemática já existente correm mais riscos de usar de forma exacerbada as tecnologias, não apenas o computador e internet, mas também o celular e os videojogos.
Assim o que começa com uma solução acaba por se converter numa conduta obsessiva incontrolável, que vai influenciar negativamente nas rotinas diárias e básicas do indivíduo.
O mundo virtual é interessante e cria uma realidade paralela que é uma abstração, quando estas crianças e jovens enfrentam a realidade podem sofrer, porque tudo é muito diferente do que se idealiza.
Desde 1996 o uso compulsivo da internet vem sendo estudado. Os critérios para este diagnóstico estão relacionados a um comprometimento no plano social, familiar, acadêmico e profissional por um uso preferencial e às vezes exclusivo da internet sobre as outras atividades e uma incapacidade para controlar o número de horas de uso da internet, com uma tendência a ter sensação de tristeza, ansiedade e mal-estar quando não está online.
Os dependentes do uso de internet buscam a gratificação imediata de suas necessidades básicas de relacionamento interpessoal, reconhecimento social e outras, que não são supridas no mundo real, conseqüência de um padrão de personalidade desestruturada.
Esse tipo de dependência também produz lesões físicas como inflamação na pele, problemas musculares e dores nas costas, por falta de exercício físico, luz solar e ar fresco, o que fragiliza o sistema imunológico.
Na Coréia do Sul, Japão e China já existem centros de reabilitação para os que sofrem de síndrome de abstinência cibernética, já que os sintomas de abstinência são típicos da privação de qualquer droga: depressão, ansiedade, medo, irritabilidade e até comportamento violento.
Hoje em dia crianças e jovens estão cada vez mais envolvidos com as novas tecnologias, e para que isso não se torne um problema o melhor é a prevenção.
Portanto comece por não estimular seu filho a usar o computador para que você tenha alguns minutos de tranqüilidade, a sua disponibilidade para atendê-lo vale mais do que qualquer tecnologia.