BEM-VINDO A ESTE ESPAÇO DEDICADO A PAIS E EDUCADORES
Conversando com a Luiza

Conversando sobre crianças amplia seu espaço e convida você a interagir com a psicóloga Maria Luiza Barbosa.
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As respostas serão postadas na Seção "Conversando com Amigos"
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
VIOLÊNCIA URBANA
quinta-feira, 29 de julho de 2010
PROIBIDO BATER
quinta-feira, 22 de julho de 2010
EXCESSO DE AUTO-ESTIMA
quinta-feira, 15 de julho de 2010
CRIANÇA LEITORA NÃO É POR ACASO!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
SUGESTÃO DE BRINCADEIRA PARA CRIANÇAS DE 2 A 6 ANOS
A sugestão para divertir a criançada de 2 a 6 anos é criar máscaras de cartolina e histórias, e deixar o resto por conta delas.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
SUGESTÃO PARA AS FÉRIAS ESCOLARES
quinta-feira, 17 de junho de 2010
A SIMBOLOGIA DAS CORES NO DESENHO INFANTIL
quinta-feira, 3 de junho de 2010
AS DIFICULDADES DE MATEMÁTICA
quinta-feira, 20 de maio de 2010
HABILIDADES SOCIAIS EM SEIS CONVERSAS
quinta-feira, 6 de maio de 2010
HABILIDADES SOCIAIS EM SEIS CONVERSAS
É através do modo como brinca que se pode observar a expressão de seus sentimentos e de seus conflitos.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
HABILIDADES SOCIAIS EM SEIS CONVERSAS
quarta-feira, 21 de abril de 2010
HABILIDADES SOCIAIS EM SEIS CONVERSAS
quinta-feira, 15 de abril de 2010
HABILIDADES SOCIAIS EM SEIS CONVERSAS
quinta-feira, 8 de abril de 2010
HABILIDADES SOCIAIS EM SEIS CONVERSAS
É de fundamental importância conversar com a criança sobre o seu dia-a-dia, fazer e responder perguntas gerais “como vão as coisas”, específicas “do que você brincou durante o recreio”, sobre fatos “o que aconteceu no aniversário do seu amigo”, sobre sentimentos “o que você sentiu quando não o escolheram para o time”. O objetivo destas conversas vai além de promover intimidade, proporciona conhecimento da conduta apropriada para uma conversação, e dos costumes sociais, além de aprender a colocar-se no lugar do outro e desenvolver habilidades de processamento da informação.
Sente-se, olhe, escute, pergunte, corrija sem desvalorizar o que está sendo falado, e principalmente mantenha este hábito, você estará contribuindo na formação social da criança.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
FRUSTRAÇÃO INFANTIL
quinta-feira, 25 de março de 2010
A PALAVRA SECRETA
quinta-feira, 18 de março de 2010
ESTRATÉGIAS DE MANEJO DO COMPORTAMENTO AGITADO EM SALA DE AULA
quinta-feira, 11 de março de 2010
PARTICIPANDO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
Gostaria de dar algumas sugestões para os pais, não apenas de crianças em processo de alfabetização na escola, como para aqueles, que tem filhos com menos de sete anos de idade.
Para começar, ler para a criança é imprescindível, assim como permitir que ela manuseie livros, já que a aprendizagem nos primeiros anos de vida é sensório-motora. Inicialmente, use livros ilustrados, com pouco texto, aponte para as figuras e explore bem o vocabulário: diga o nome, a cor, o tamanho, conte a história, e numa outra leitura mude a história. Acrescente personagens e situações, encoraje a criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir, proponha que ela crie novas situações ou que adivinhe o que pode acontecer com os personagens. Associe as coisas do livro com o seu dia-a-dia e provoque curiosidade dizendo: vamos descobrir o que isto significa? Existem dicionários infantis ilustrados com personagens do mundo da criança, com definições claras e objetivas, como o Aurelinho. Além disso, deixe sempre à disposição lápis preto e colorido, giz de cera e papel.
Quando for passear, inclua no programa uma livraria, algumas permitem que a criança folheie os livros, mostre para ela a variedade de assuntos, se puder compre um livro, e principalmente, leia você mesmo, para que sirva de exemplo.
A alfabetização não se restringe apenas ao ato de ler e escrever como uma habilidade mecânica. Alfabetização envolve a capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e produzir conhecimento, elementos de inclusão social.
Crianças amplamente alfabetizadas demonstram maior habilidade de adaptação à realidade.
quinta-feira, 4 de março de 2010
OFICINA DE CULINÁRIA

Um exemplo para ilustrar a aprendizagem numa oficina de culinária, é o preparo de um bolo, que não necessita de forno.
Numa folha de papel pardo fixada na parede, as crianças puderam ler a receita. Alguns ingredientes, como nozes pecan, elas desconheciam, então antes que começassem a executar a receita, elas experimentaram todos os ingredientes, mesmo os que já conheciam: os damascos, as nozes, o biscoito maisena, e os pedaços de chocolate.
Depois da degustação, as crianças fizeram uma breve investigação em livros de culinária e na internet, sobre a origem de tais ingredientes, assim esta etapa da oficina se transformou numa “sala de aula” de estudos sociais e de ciências.
Mas a hora mais esperada pelas crianças era a de colocar a mão na massa. Elas seguiram a receita à risca, pesaram e mediram, misturaram e amassaram, colocaram na forma e finalmente cortaram o bolo e se deliciaram com o resultado do trabalho.
Elas não foram embora sem antes copiar a receita e dizer que iriam fazer em casa para sua família.
As oficinas promovem muitas experiências e possibilitam descobertas, elementos fundamentais no processo de aquisição do conhecimento. As crianças são estimuladas a refletir sobre as atitudes que contribuem para o sucesso do resultado, e descobrem que planejamento e preparação são fundamentais para o bom desempenho, e com isto alcançar êxito.
As atividades culinárias promovem também coordenação motora, ao manipular ingredientes e utensílios, e as percepções gustativa, olfativa, visual e tátil.
Como podem ver com os dois exemplos de oficinas, a de confecção de brinquedos e esta de culinária, a aprendizagem é a forma como as crianças adquirem conhecimentos, desenvolvem competências e modificam o comportamento, em função das suas descobertas.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
OFICINA DE CONFECÇÃO DE BRINQUEDOS

A oficina de confecção de brinquedos tem como base a atividade lúdica direcionada, e os objetivos pré-estabelecidos são na linha da aprendizagem. O intuito é fazer a criança ultrapassar a simples tentativa e erro, e explorar seu potencial intelectivo, estimulando habilidades de raciocínio lógico e intuitivo, assim como a capacidade criativa.
Durante a confecção do brinquedo não interessa tanto o valor estético, pois a atividade e seu produto servem como mediadores da expressão da criança.
Além da aprendizagem, a oficina de confecção de brinquedos contribui na formação de futuros cidadãos conscientes, com respeito mútuo, solidariedade, cooperação, sinceridade, respeito às regras e senso de responsabilidade.
Na oficina trabalham crianças de idades diferentes, de 6 a 12 anos, pois a diversidade estimula a troca de conhecimento, a cooperação e o respeito às diferenças.
Nesta proposta semi-diretiva cabe ao terapeuta planejar, organizar, supervisionar e participar da atividade, observando e intervindo para que haja uma análise das ações.
Esta análise tem como objetivo enriquecer as estruturas mentais da criança, e poderá se constituir num referencial para a transferência da estratégia utilizada no contexto lúdico, para as outras situações de vida diária.
Os primeiros resultados deste trabalho são apontados pelos pais, que contam que seus filhos parecem mais preparados para enfrentar situações adversas, aumentando a capacidade de suportar frustração.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
OFICINAS DE ARTE-EDUCAÇÃO

O Senhor Ministro parece ser mais um dirigente preocupado com números, pois o que vemos no dia a dia das instituições de ensino é um resultado final de pouca consistência. Ter um diploma não quer dizer necessariamente que o individuo esteja alfabetizado ou apto para exercer um ofício.
Em nome do desenvolvimento, da modernização, da tecnologia...temos visto estruturas educacionais necessárias, que servem de alicerce a construção do conhecimento, sendo erradicadas das diretrizes da educação.
Para suprir estas faltas surgem investimentos profissionais na área de aprendizagem informal. Psicólogos, pedagogos, profissionais de artes entre outros abrem espaços para oficinas que tem como base a atividade lúdica direcionada, seguindo uma linha de aprendizagem para o alcance de objetivos pré-estabelecidos.
Estes profissionais sabem que não há como desvincular do processo de aprendizagem da criança a dimensão lúdica, com a qual se estimula o processo de construção de conhecimento.
Além da aprendizagem, as oficinas contribuem na formação de futuros cidadãos conscientes, pois o trabalho informal dirigido, em pequenos grupos, apresenta propostas de atividades solidárias e cooperativas, valorizando o respeito às regras estabelecidas.
No próximo encontro falarei sobre algumas oficinas de arte-educação, que funcionam como uma alternativa de investimento na formação da criança.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
ROTINA PRODUTIVA

O ano de 2010 está começando a tomar forma, e o que possibilita esta sensação é a retomada da rotina.
A rotina nem sempre é encarada como uma coisa boa, as pessoas normalmente a classificam como um aprisonamento, mas é justamente a rotina que nos permite compreender e controlar o nosso dia-a-dia. A idéia de controle ameniza a nossa ansiedade e nos permite prever o futuro próximo e adequar nosso comportamento.
É esta previsão do futuro que dá confiança à criança para saber que quando acaba a escola, a mãe estará na porta para levá-la para casa. Mas é bom saber que existem rotinas que devem ser mantidas, e outras que podem ser modificadas, porque este é um movimento constante na vida de todos.
As férias são importantes para as crianças, não apenas porque viajam, passeiam mais, mas porque a rotina é quebrada, e elas podem vivenciar outras formas de organizar seu dia.
As aulas recomeçaram e é hora de retomar a rotina:
·Dormir: ter hora certa para dormir diminui as resistências da criança, de ir para a cama.
·Estudar: não existe uma regra sobre se é melhor estudar e depois brincar ou brincar e depois estudar, o importante é dividir o tempo entre as atividades, e que a dinâmica escolhida seja constante no dia-a-dia da criança.
·Brincar: a atividade lúdica estimula o processo de construção do conhecimento, e deve fazer parte da rotina da criança.
.Tempo com a família: conversar, fazer carinho, ajudar na cozinha, cuidar do cachorro...devem fazer parte da rotina da criança para que crie intimidade com os membros da família.
As rotinas ensinam a criança a interiorizar o tempo, as horas, e o que é esperado que aconteça a cada etapa do dia. Além de transmitirem segurança, é a base da aprendizagem das regras e dos limites.
Como podem ver a rotina é uma aliada para o bom desenvolvimento da criança, assim ela deve ter hora para dormir e acordar, pois o processo de aprendizagem é facilitado pela atenção da criança bem disposta. É necessário palnejamento para que as refeições não sejam comprometidas, crianças que acordam perto da hora do almoço ficam mais irritadiças e menos dispostas a esforço mental.
Cada família deve estabelecer a sua rotina, considerando as necessidades da criança, e os benefícios que ela promoverá.